In-8° relié demi-veau glacé de l'époque, plats de couverture et dos conservés. bel envoi du grand écrivain portugais à Colette datée de 1946. Exemplaire en très belle condition. Un des 200 exemplaires numérotés sur Alfa il n y a pas d'autres grands papiers. - - - Augusto de Castro Sampaio Corte-Real (Porto, 11 de Janeiro de 1883 Cascais, Estoril, 24 de Julho de 1971), mais conhecido por Augusto de Castro, foi um advogado, jornalista, diplomata e político com uma carreira que se iniciou nos anos finais da Monarquia Constitucional Portuguesa e se estendeu até ao Estado Novo. Escritor, jornalista e diplomata, foi um dos mais destacados publicistas do Estado Novo, ganhando notoriedade como comissário da Exposição do Mundo Português, em 1940. Formou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1903) e exerceu advocacia no Porto. Nesta cidade dirigiu o diário A Província. Já em Lisboa, foi Deputado do Partido Progressista e redactor-principal do "Jornal do Comércio" e cronista de "O Século", onde manteve a secção «Fumo do meu Cigarro». Ensinou ainda no Conservatório (1912-1922) e foi chefe de repartição da Caixa Geral de Depósitos (1919). A 28 de Junho de 1919, foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo.[2] Em Março de 1924, foi nomeado chefe de missão de 4.ª classe na Embaixada de Portugal em Londres. Por Decreto de 6 de Junho de 1924 foi transferido para a Embaixada de Portugal junto da Santa Sé, na qualidade de chefe de missão de 1.ª classe, cargo que viria a ocupar também em Berlim, por Decreto de 28 de Setembro de 1929. Foi depois transferido para Bruxelas, pelo Decreto de 18 de Novembro de 1929, e por Decreto de Janeiro de 1931 foi nomeado ministro plenipotenciário em Roma (Quirinal), cargo que desempenhou até 1935. A 4 de Janeiro de 1935 foi transferido para a legação portuguesa no Vaticano. Ainda nesse ano regressa a Bruxelas, onde permanece até 1938, Em 1942 regressou à actividade diplomática, sendo em 1945 ministro plenipotenciário em Paris. Foi director do "Diário de Notícias" de 1919 a 1924, de 1939 a 1945, e a partir de 1947 até à data da sua morte. Também colaborou na "Revista Nova"[3] (1901-1902).